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fotoIsabel da Cunha Lima, autodidacta, nasceu em Moçambique em 1964, tendo aí vivido até aos onze anos, altura em que teve que partir para Lisboa. O regresso da família a Portugal dá-se na sequência da independência daquele país africano. Desde cedo, muito cedo mesmo, a pintora sentiu que a vontade de desenhar e de pintar ocupava a maior parte do seu tempo. A sua origem africana perdurará na expressão da sua arte, influenciando-a tremendamente, nas cores fortes, na luz, e no movimento dos seus personagens.

A necessidade de evoluir e desenvolver a sua paixão pela pintura levou-a a dedicar-se ao estudo, procura e melhoria da sua expressão.

Por razões pessoais e familiares adopta o nome com que assina as suas obras, “Pesqueira”.
Isabel estuda profundamente os temas que originam as suas obras.

Foram ao longo dos tempos surgindo temas como “Os Ciganos” povo que a fascina pela força das suas músicas e pela garra e salero das suas danças, “Vivaldi” e as fascinantes Quatro Estações , “Camões”, “Molière – com o seu “Le Malade Imaginaire”, toda uma colecção de dezassete trabalhos sobre o primeiro volume de D Quixote de La Mancha de Cervantes e tantos outros.
Entrou em vários concursos nacionais e internacionais tendo em 2012 o seu trabalho “Hope” sido galardoado com o primeiro prémio da Academia Olímpica Portuguesa e posteriormente com o terceiro prémio do Comité Olímpico Internacional. Esta sua obra faz actualmente parte do acervo do Museu Olímpico em Lausanne. Em 2013 ganha com o seu trabalho “A Espera” o primeiro prémio do concurso estabelecido pela organização internacional de direitos humanos, Ideaborn , sedeada em Barcelona. Foi em 2014 convidada por esta mesma organização para fazer parte do júri do concurso desse ano.


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